Na Universidade havia um archeiro, meio filósofo, que se orgulhava da linhagem familiar a que pertencia ( tudo gente bem colocada ... ):
" Eu, segui a carreira das armas, sou archeiro; meu irmão, a carreira eclesiástica, é sacristão; o outro meu irmão, a da magistratura, está preso em Alcoentre e, finalmente, a minha irmã seguiu a carreira pública, é prostituta ..."
( Adaptado de: RUI FERREIRA COELHO, Humor de Angola e não só. Vila do Conde, 1989, pp. 65-66.)