A casa do Professor E. A. em Coimbra tinha um pequeno alpendre, onde, junto à porta , se encontravam uns azulejos com os seguintes dizeres:
"Se passares e fores meu amigo
Bate, entra e senta-te à mesa comigo !"
Três estudantes, com alguma lata, tocaram à campaínha e disseram ao Professor:
" Passámos, lemos, batemos e queremos entrar !"
Levaram tal corrida que logo na Queima das Fitas seguinte, dessa década de 40 do Século XX, apareceu um cartaz:
"Ó Egídio, tira o dístico !"
( Adaptado de: RUI FERREIRA COELHO, Humor de Angola e não só. Vila do Conde, 1989, pp. 67-68.)