domingo, 5 de dezembro de 2010

Conta de Alfaiate

Carminé Nobre refere que um estudante " conseguiu um dia crédito numa alfaiataria da cidade 
Os meses passaram e a conta do alfaiate caiu no esquecimento.
Dois anos depois é abordado pelo credor, com toda a delicadeza, que lhe diz:

- Então quando é que o sr. doutor me paga a conta ?

Resposta pronta:

- Não sei. Eu não sou profeta "

( ALBERTO SOUSA LAMY, A Academia de Coimbra 1537-1990.Lisboa, Rei dos Livros, 1990, p.643.)