Um archeiro da Universidade de Coimbra lamentava-se da sua prole desgraçada: a filha era prostituta, um filho ladrão; outro filho vigarista; outro falsário; outro assassino; outro era drogado e o último, afirmava o pai, rendido à evidência, também era filho da puta !
( Adaptado de: RUI FERREIRA COELHO, Humor de Angola e não só. Vila do Conde, 1989, p. 66.)