Carminé Nobre refere que um estudante " conseguiu um dia crédito numa alfaiataria da cidade
Os meses passaram e a conta do alfaiate caiu no esquecimento.
Dois anos depois é abordado pelo credor, com toda a delicadeza, que lhe diz:
- Então quando é que o sr. doutor me paga a conta ?
Resposta pronta:
- Não sei. Eu não sou profeta "
( ALBERTO SOUSA LAMY, A Academia de Coimbra 1537-1990.Lisboa, Rei dos Livros, 1990, p.643.)